Teclado

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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Tecnologias multimídia na Educação

A sociedade que se configura exige que a educação prepare o aluno para enfrentar novas situações a cada dia. Assim, deixa de ser sinônimo de transferência de informações e adquire caráter de renovação constante.
No dias atuais, as escolas possuem diversos meios de multimídias como  a televisão, vídeo, parabólica e o computador, assim como a educação a distância, a internet, os CDs educativos e informativos que equiparam eletronicamente a revolução tecnológica com finalidades de transformações técnico-cientificas, econômicas, sociais, culturais e políticas.
Para Jonasssem (1996)
Aprender com a tecnologia é quando o aluno aprende usando-as como ferramentas que o apoiam no processo de reflexão e de construção do conhecimento (ferramentas cognitivas). Nesse caso a questão determinante não é a tecnologia em si mesma, mas a forma de encarar essa mesma tecnologia, usando-a, sobretudo, como estratégia cognitiva de aprendizagem. (JONASSEN 1996). 
 Prieto (2005) diz:
As atividades digitais multimídia, na sua maioria, possuem grande apelo visual, acabam encantando pelo layout com cores vibrantes, som e movimento e fascinando até o professor que se impressiona com a interface colorida, o áudio e os vídeos (Prieto etal. 2005). 
Nesse contexto as aplicações de multimídias representam um dos pontos mais fortes para que o professor venha atingir seu objetivo principal, conquistar a atenção dos alunos em suas aulas, o conhecimento das tecnologias educacionais por parte do professor é fator preponderante para o perfeito domínio e aplicação em suas exposições e na orientação dos discentes.


Referências:

JONASSEN, D. (1996), Using Mindtools to Develop Critical Thinking and Foster Collaborationin Schools-Comlubus.

PRIETO etal, (2005)

Um comentário:

  1. A disponibilização consciente de um mais comunicacional de modo expressivamente complexo, e, ao mesmo tempo, atentando para as interações existentes e promovendo mais e melhores interações – seja entre usuário e tecnologias comunicacionais (hipertextuais ou não), seja nas relações (presenciais ou virtuais) entre seres humanos. (Silva, 1999:155)

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